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Sem presença feminina na majoritária, nomes surgem como alternativa na composição da chapa

Sem presença feminina na majoritária, nomes surgem como alternativa na composição da chapa

Com a chapa governista praticamente desenhada para as próximas eleições na Bahia, o grupo político liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues ainda não apresentou nenhuma mulher na composição majoritária. Diante do debate sobre representatividade e equilíbrio de gênero, nomes femininos passaram a ser cogitados nos últimos meses como possíveis alternativas para integrar a chapa.

Apesar de quase duas décadas de governos liderados pelo PT na Bahia, a presença feminina nas chapas majoritárias ainda é limitada. Nesse período, apenas uma mulher integrou a composição principal: Lídice da Mata, eleita senadora em 2010.

O debate sobre a inclusão de mulheres na majoritária ganhou força nos bastidores da política baiana e pode influenciar as definições finais da chapa governista para a próxima disputa eleitoral.

Ivana Bastos

Entre os nomes citados inicialmente está o da deputada estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Ivana Bastos. A parlamentar chegou a ser apontada como uma possível candidata a vice-governadora na chapa de Jerônimo.

No entanto, Ivana descartou a possibilidade e afirmou que sua prioridade é disputar a reeleição para a Assembleia Legislativa, mantendo o foco na continuidade de seu mandato.

Moema Gramacho

Outro nome que surgiu nas articulações foi o da ex-prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho. A petista chegou a ser citada como possível suplente do senador Jaques Wagner, entretanto afirmou que não recebeu convite para integrar a chapa majoritária e destacou que, neste momento, trabalha na construção de sua pré-candidatura a deputada federal.

Apesar disso, deixou em aberto a possibilidade de participar de outras composições.

“Não recebi nenhum convite para compor a majoritária. Sigo na construção da minha pré-candidatura a deputada federal”, afirmou.

Lídice da Mata

A ex-senadora e atual deputada federal Lídice da Mata também teve o nome mencionado nas articulações políticas. Ela chegou a ser cogitada como possível suplente do ministro da Casa Civil, Rui Costa, em uma eventual candidatura ao Senado.

O cenário interno do PSB na Bahia, que envolve disputas por espaço político, acabou fortalecendo a hipótese de Lídice ocupar a suplência em uma das vagas ao Senado na chapa governista.

Aladilce Souza

Para ampliar a presença feminina nas discussões, o PCdoB indicou o nome da vereadora de Salvador Aladilce Souza como pré-candidata ao Senado, possivelmente na condição de suplente de Rui Costa ou de Jaques Wagner, deixando ao PT a definição sobre a melhor composição.

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