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Academia de Letras da Bahia e coletivos literários integram programação do Studio Palma na Bienal do Livro Bahia

Academia de Letras da Bahia e coletivos literários integram programação do Studio Palma na Bienal do Livro Bahia

O Studio Palma, editora e agência literária, participa da Bienal do Livro Bahia, de 15 a 21 de abril, com uma programação diversificada voltada à valorização da produção literária baiana. Com curadoria de Ester Figueiredo, o espaço reunirá lançamentos de livros, sessões de autógrafos, bate-papos e atividades de mediação com o público ao longo de todo o evento.

A proposta é ampliar a visibilidade de autores e obras, além de apresentar um panorama da nova literatura produzida no estado. A iniciativa também promove o diálogo entre escritores, profissionais do mercado editorial, jornalistas, educadores e leitores.

Um dos destaques da programação é a participação da Academia de Letras da Bahia, instituição centenária que reúne nomes relevantes da literatura local. O presidente da entidade, Aleilton Fonseca, ressalta a importância da Bienal como espaço de encontro. “A Bienal não se resume ao mercado do livro, mas ao encontro do autor com seu público”, afirma.

No dia 19 de abril, das 17h às 19h, no estande do Studio Palma, acadêmicos como Heloísa Prazeres, Décio Torres, Carlos Ribeiro, Marcus Vinicius, Cleise Mendes, Paulo Ormindo e Nelson Cerqueira participam de uma programação especial, apresentando obras nos gêneros poesia, conto, romance e ensaio.

A programação também contempla iniciativas educacionais e coletivas. A Secretaria de Educação de Juazeiro (BA) apresenta o projeto Juá Literário, que incentiva a produção textual de estudantes e professores. A ação inclui o lançamento de coletâneas e a exposição de obras. Segundo a gestora municipal Maeve Melo, “a literatura é formação humana, e o trabalho de produção de textos literários pelos professores e estudantes revela talentos e futuros escritores”.

Outro destaque é a participação do município de Amélia Rodrigues, com os coletivos literários responsáveis pelas antologias Literamélia e Vozes Escreviventes. Esta última reúne textos de mulheres e dialoga com o conceito de “escrevivência”, difundido pela escritora Conceição Evaristo, abordando a literatura como instrumento de emancipação.

Editoras baianas também marcam presença, como a Tear Editora, que apresenta seu catálogo com obras infantis, ficção e títulos técnicos no dia 18 de abril. A programação inclui contação de histórias, encontros com autores e orientações sobre publicação.

Além disso, coletivos como Farol da Leitura, coordenado pela escritora Terezinha Passos, e o projeto Um Livro para Chamar de Meu, idealizado por Márcia Mendes, promovem atividades lúdicas voltadas ao público infantil, com contação de histórias e brincadeiras.

img_6738-884x1024 Academia de Letras da Bahia e coletivos literários integram programação do Studio Palma na Bienal do Livro Bahia

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