MAC Bahia recebe Ocupação KA’AYS com feira de artesanato, exposições e programação cultural gratuita
Entre os dias 6 e 9 de agosto, o Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC Bahia) recebe a Ocupação KA’AYS – Koletivo de Arte e Articulação Yndígena em Salvador, com uma programação gratuita que reúne exposições, feira de arte e artesanato indígena, oficinas, mesas de diálogo, apresentações culturais, performances e exibição de filmes.
A abertura acontece na quinta-feira (6), às 16h, com a inauguração da Mostra Ocupação KA’AYS, seguida de um sarau artístico reunindo os artistas Iraê Kiriri, Kelner Atikum Pankará, Yala Payayá, Mayw Apé Ybytu, Kuaray Payayá (A Sol), Maryano Maya, Raiz Rozadas, Tainá Tupinambá, Tábatta Piracema e Syô Souza.
Na sexta-feira (7), das 10h às 18h, o público poderá visitar a Mostra KA’AYS e a Feira de Arte Indígena, que reúne obras, artesanato e produções de artistas indígenas de diferentes territórios. Às 16h, será lançado o curta-metragem “Raízes Vestidas”, com direção de Paula Kalantá.
A programação segue no sábado (8) com atividades formativas e apresentações artísticas. Das 10h às 12h, acontece a Oficina de Hip Hop Dance, ministrada por Iraê Kiriri. À tarde, das 14h às 16h, Syô Souza conduz a Oficina Arte: Torção com Arame. A partir das 16h, o público poderá acompanhar as performances Yube Manãibu – Jiboia Encantada, YBY HŨ e Toré Coco, além da continuidade da Mostra KA’AYS e da Feira de Arte Indígena.
No domingo (9), último dia da ocupação, a programação começa das 10h às 12h com a Oficina de Brincâncias, conduzida por Filipe Tuxá. Às 15h, haverá a projeção de filmes, seguida do encerramento oficial da Mostra Ocupação KA’AYS e da Feira de Arte Indígena. Fechando a programação, às 16h, acontece a Ativação do MIB Museu, com Tatta Zakttmbo.

A Ocupação KA’AYS propõe um espaço de encontro entre artistas, mestres, coletivos e o público, promovendo o fortalecimento das expressões culturais indígenas contemporâneas e reafirmando o protagonismo dos povos originários por meio da arte, da memória, da ancestralidade e da ocupação dos espaços culturais.
Com entrada gratuita, a iniciativa convida o público a conhecer a diversidade da produção artística indígena contemporânea e a vivenciar experiências que aproximam tradição, identidade e inovação em um dos principais equipamentos culturais da capital baiana.
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